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LEONARDO RINALDI

LEONARDO RINALDI

Graduação – A minha graduação foi em Desenho Industrial pela Universsidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, 4 anos de curso, esta área é dividida entre programação visual, o que condiz ao design gráfico, e projeto de produto. A base deste curso foi em programação visual, com algumas matérias de projeto de produto, tais como ergonomia, desenho técnico, design de jóias etc., mas as matérias do escopo de programação visual é que me criaram uma conexão maior com a àrea do design, tais como análise gráfica com o professor e artista Frederico Carvalho, história do desenho insdustrial, semiótica, processos gráficos I e II com o professor e gravurista Valério Rodrigues, teoria do objeto com o professor e escultor Leonardo Tepedino e as aulas de projeto (projeto básico I e II, projeto de programação visual I, II, III e de conclusão), principalmente as aulas que tive com o professor e designer Luciano Tardin (projeto básico II e o de conclusão do curso), me fizeram criar um olhar utópico do design, o designer age entre o ser humano e o produto/serviço/evento, e com isso faz com que essa interação acrescente não só no dia-a-dia, mas converja para a sociedade, na criação de ferramentas até à organização visual e de pensamentos.

 

Estágios – Comecei a estagiar no quarto período, o início foi em uma empresa de software (Base Software), depois em um escritório de design (Beth Barbosa Design) e em 2005, na agência de publicidade Binder FC + G (o G sendo do diretor de criação Bob Gueiros), foi então aí que eu realmente senti que havia encontrado a minha profissão, na sala da criação da agência junto com diretores de arte, redatores, designers e um programador comecei a sonhar em trabalhar por um período fora do Brasil, ideia que não era só minha, mas de praticamente todos que trabalhavam naquele espaço, com a aproximação do término da graduação, vi a necessidade de me voltar apenas para a conclusão do curso, pedi para sair do estágio.

 

Trabalhos – Com a conclusão da minha graduação fiquei um tempo desempregado e trabalhei de temporário em empresas que viria a trabalhar de pleno logo à seguir, como diagramador estive empregado na editora Caras por mais ou menos dois anos, vivendo o ritmo de uma redação, fechando uma revista por semana, e após fechada, logo no dia seguinte começava outra. Posteriormente após a minha saída, abri uma empresa de design gráfico com um amigo, João Geszti, o Studio Hangar, mas não durou muito a parceria. Fiquei com o nome e o domínio, e posteriormente fiz a logo para o estúdio e fiquei trabalhando de freelancer. Seis meses depois comecei a trabalhar na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)1, como programador visual em paralelo ao meu service de designer freelancer, criando diversos tipos de projetos, acabei estabelecendo uma relação profissional com o Ernane Galvêas (ex-Ministro da Fazenda do Brasil (1980-1985) e ex-Presidente do Banco Central do Brasil (1968-1974 e 1979-1980)(IN MEMORIAN)), que era o consultor economico e coordenador do Conselho Técnico da CNC2, desenvolvi vários projetos de livros para este conselho. Recebi a tarefa de criar um novo projeto de sinalização para os dois prédios da entidade, tarefa esta que me foi atribuída pela minha chefe e chefe da Assessoria de Comunicação da entidade.

 

Cursos – No decorrer do tempo em que trabalhei na Editora Caras, fiz um curso de 2 anos de efeitos especiais na Azymut, estudei o Combustion, o After Effects e o 3ds Max, já na CNC, busquei fazer um planejamento meio que anual, estudei Drupal (curso básico, intermediario e de temas), plataforma que usavamos no portal da entidade, PHP na Infnet, fiz o curso de Criatividade do professor escocês Charles Watson e acabei fazendo o seu curso mais importante e mais longo de Propriedade e Procedência (de 45 dias, fix was minhas férias em uma negociação com amino chef para tea mais dias de férias, começava às 10 da manhã assistindo vídeos e linhas de pensamento criativo, almoçavamos e passavamos o die desenhando ate umas 10 horas da noite, o melhor curso possível), cursos de pintura à óleo com o Ricardo Newton, de desenho de observação com o Frederico Carvalho, de aquarela com o Renato Alarcão e por fim fiz uma pós-graduação em Marketing e Empreendedorismo na ESPM, paga pela CNC e um MBA em Gestão Estratégica da Inovação, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), fiz também um curso do Empretec em empreendedorismo. Antes de sair do Rio de Janeiro fiz umas aulas de Caligrafia com o Claúdio Gil e já em Londres fiz alguns módulos de caligrafia com o Paul Antonio. Em Londres dois módulos de aula on-line de Figma, básico e intermediário e fiz o curso pela Experience Haus. em Product Design (UX/UI).  

 

1 Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC – cnc.org.br) – Entidade sindical Patronal, que agrupa 34 federações em todo o território brasileiro, 27 referentes aos seus respectivos estados no Brasil e 7 dessas 34 em ambito nacional, são mais de cinco milhões de empresas representadas do comércio que geram cerca de 25,5 milhões de empregos diretos e formais, com a sua estrutura, atua para que o setor esteja sempre presente na formulação das políticas públicas, seguindo o trâmite das proposições de interesse no Congresso Nacional e na defesa da Constituição, tendo sempre em foco as leis que possam impactar o segmento.

 

A CNC foi fundada em 4 de setembro de 1945, o presidente é o responsável pela administração de duas instituições de grande atuações no Brasil e que formam um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do mundo, a instituição de Serviço Social do Comércio (Sesc – sesc.com.br) e a instituição de Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac – senac.br), a primeira citada, com projetos sociais, tais como o Mesa Brasil, Programa Ecos de sustentabilidade etc. (atua nas seguintes áreas: Alimentação, Assisntência Social, Cultura, Educação, Esporte, Lazer, Saúde, Sustentabilidade etc.) e a segunda no auxílio à formação e à capacitação de funcionários de empresas do setor do comércio (lojistas, garçons, chefs, hotelaria etc.).

 

2 Conselho Técnico da CNC – Grupo aonde vários homens e mulheres que se destacaram em suas respectivas áreas apresentavam palestras e que viram posteriormente artigos, são eles diplomatas, juizes, advogados, economistas, filosofos etc., dentre eles o Coordenador do Conselho Técnico da CNC e Conselheiro Economico da CNC, Ernane Galvêas (ex-Ministro da Fazenda do Brasil (1980-1985) e ex-Presidente do Banco Central do Brasil (1968-1974 e 1979-1980)(IN MEMORIAN)), José Bernardo Cabral (Relator da Constituinte Brasileira de 1988, ex-Ministro da Justiça e ex-Senador da República), Carlos Tadeu de Freitas Gomes (ex-Diretor do Banco Central), Cid Heraclito de Queiroz (ex-Procurador-Geral da Fazenda Nacional de 1979-1991), Ives Gandra da Silva Martins (Professor Emérito das Universidades Mackenzie, UNIP, UNIFEO, UNIFMU, do CIEE/ O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal da 1a Região; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Perú) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs do Paraná e Rio Grande do Sul, e Professor Catedrático da Universidade do Minho (Portugal); Presidente do Conselho Superior de Direito da FECOMÉRCIO-SP; ex-Presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP)), Arnaldo Niskier (Membro da Academia Brasileira de Letras e ex-Presidente do CIEE/RJ), Vasco Mariz (historiador e diplomata, ex-Embaixador do Brasil no Equador, Israel, Chipre, Perú e Alemanha), Nelson Mello e Souza (filósofo, ex-Chanceler da Universidade Estácio de Sá e membro da Academia Brasileira de Filosofia), Samuel Buzaglo (advogado, ex-Sub-Procurador-Geral da República), João Paulo de Almeida Magalhães (economista e pesquisador do Centro de Estudos para o Desenvolvimento do CORECON/RJ), Arnaldo Wald (advogado e Professor Catedrático da UERJ), Marcus Faver (Desembargador, ex-Presidente do TJRJ), Claudio Contador (economista, Diretor-executivo da SILCON), Mary Del Priore (historiadora e escritora, membro da Academia Paulista de Letras), João Ricardo Moderno (jornalista), Roberto Fendt (economista, ex-Secretário Especial de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Secretário Executivo do Conselho empresarial Brasil-China), Maria Beltrão (arqueóloga, cientista e pesquisadora, ex-professora da UERJ, ex-Diretora de Relações Externas do IHGB), Gilberto Paim (jornalista) etc.